Tuesday, November 29

"...And I know just why you could not come along with me, this was not your dream, but you always believe in me..."

A espaços as mãos dele eram como água.
Não havia resquício de si por onde não passassem, não havia milímetro que não perscrutassem.
Umas mãos quentes e suaves, imperfeitas e insistentes na sua timidez aparente.
Se havia coisa nele incapaz de mentir eram as mãos.
Foi por elas que percebeu que tudo havia terminado.
Muito tempo antes de o ouvir da boca dele, já as suas mãos haviam dito tudo o que havia para dizer.