A espaços as mãos dele eram como água.
Não havia resquício de si por onde não passassem, não havia milímetro que não perscrutassem.
Umas mãos quentes e suaves, imperfeitas e insistentes na sua timidez aparente.
Se havia coisa nele incapaz de mentir eram as mãos.
Foi por elas que percebeu que tudo havia terminado.
Não havia resquício de si por onde não passassem, não havia milímetro que não perscrutassem.
Umas mãos quentes e suaves, imperfeitas e insistentes na sua timidez aparente.
Se havia coisa nele incapaz de mentir eram as mãos.
Foi por elas que percebeu que tudo havia terminado.
Muito tempo antes de o ouvir da boca dele, já as suas mãos haviam dito tudo o que havia para dizer.