Como será possível ter medo de um nome?
Ter receio que a pronúncia do teu substantivo destrua a constância que venho retomando.
Não te repeti mais, na aflição de que o que resta me transpareça e se desvaneça depois como o Verão a fingir que Abril auspiciava.
Vejo-te escrito em muros todos os dias e esforço-me por não crer que possa ser obra minha, nalgum acometimento de sonambulismo recorrente.
Não há anagrama que te disfarce a identidade.
Não há filologia que te revele a minha.