Colhia nos muros as palavras que espalhava como sementes numa ilusória página negra.
Colhia nas paredes a significância das coisas que lhe faltava viver.
Mas o muro esgotava-se e a voz dele também.
Precisava de encontrar rotas novas para poder continuar a encher aquelas folhas.
As páginas em branco sempre a haviam incomodado...